♥ CITAÇÕES DO DIA ♥

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

DESABAFO



Eu queria ter coragem de escrever como se jamais fosse ser lida. Coragem de falar sem tantas metáforas, sem esse vício insistente da estética e da literatura, falar do que sufoca. Falar o que calo enquanto o carro faz a curva no sol escaldante do meio-dia. Falar, talvez, de como vejo tudo ao meu redor. Falar do que se fez e se faz ausente. Do que já não compartilho com ninguém por parecer por alguns segundos que sou o único ser vivente nesse mundo tão grande. Falar do falar, falar por falar. Ser e ter necessidade,  de escrever de ser objeto, imagem, espelho. Ser necessidade de ter e ter necessidade de ser.
De jogar com as palavras...

O poder das Palavras...



A palavra (escrita ou falada) é muito mais do que uma simples forma de nos comunicarmos.

Podem ser usadas pra seduzir, pra machucar, pra edificar, pra derrubar...
Pessoalmente, e por ser muito sensível ao efeito delas, procuro pensar muito antes de dizer algo que possa magoar alguém.


Muitas situações nos obrigam a sermos sinceros e por vezes a dizer o que o outro não gostaria de ouvir. Bom seria se pudéssemos nos ater ao fato em si, ao invés de decretarmos vereditos negativos. É muito diferente dizer "você está" ou "voce é ".
A maioria dos conflitos entre as pessoas ocorre por essa "falta de comunicação". Fala-se muito, agride-se, critica-se ( tendo como critério sempre o nosso limitado ponto de vista).


Todos precisamos de palavras de ânimo. Somos movidos a aprovação. Gostamos de elogios.
Porque será que a gente ouve tão pouco esse tipo de coisa? E já reparou como nós nos boicotamos? Basta recebermos um elogio de alguém que imediatamente nos justificamos...
Como é mais fácil acreditar nas críticas!


Uma vez proferida uma palavra, dificilmente a retratação (ou o pedido de desculpas) tem o mesmo impacto.
E nem me venha com essa de "Falei sem pensar". Ninguém fala sem pensar. Não se diz palavras desconexas ou sem sentido. Talvez não se tenha calculado o impacto, o efeito delas. Mas é exatamente o que se pensava e se sentia naquele momento.


Quem não prefere as palavras doces... Aquelas que nos dão a oportunidade de dizer a alguém como ela nos é importante, o tamanho do nosso amor.
Dessas podemos usar e abusar... o tempo todo...
Sem economias, sem datas especiais, sem horário marcado...
E uma simples palavra pode mudar toda uma situação.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

FILME NOSSO LAR



Não estou aqui para analisar filmes baseados em textos religiosos.
Já é difícil criticar obras cinematográficas que têm fãs, então imagine as que têm devotos. Quando os defeitos de um longa-metragem como produto são apontados, corre-se o risco de parecer - erroneamente - preconceituoso, desrespeitoso com a fé alheia. Nosso Lar (2010), portanto, é dos mais complexos. Afinal, tem alguns defeitos , mas é baseado em obra fundamental do espiritismo brasileiro, o primeiro volume da série A Vida no Mundo Espiritual, escrita em 1944 pelo médium Chico Xavier (1910-2002).

Seguindo a leva dos filmes espíritas produzidos nacionalmente, Nosso Lar, de Wagner de Assis, se destaca entre todos os outros devido á alta qualidade de produção em relação aos efeitos especiais. O que é também um diferencial aos filmes nacionais em geral, por causa do alto custo de produção, fato inédito na história cinema brasileiro.
André Luiz era um médico de sucesso e, após sua morte, percebe que a vida ainda continua. Como não entende nada do que está acontecendo, afinal sempre foi um homem da ciência, ele busca respostas da única maneira que sabe: utilizando sua razão de médico. Durante esta nova jornada, André passa pelo Umbral, uma espécie de purgatório, e depois é resgatado para a cidade Espiritual Nosso Lar. Lá aprende coisas que nunca imaginou e uma nova pessoa surge dentro dele.
Minha opinião:
Não gostei muito do elenco em principal do André Luiz (Renato Prieto).
O livro é ótimo, mas o filme para mim deixou a desejar.

Eu esperava mais!
Hoje vou assistir Tropa de Elite 2 depois eu comento aqui rssss, bjssssssss.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Definitivo

Definitivo, como tudo que é simples.



Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.


Sofremos porque?


Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostariamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciado a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.


Como aliviar a dor do que não foi vivido?


A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoista que nada arrisca, que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.


A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.


Carlos Drumond de Andrade

Recomendo!!!

Para quem me conhece sabe que adoro filmes.E recomendo PROVA DE FOGO!!!
Embora o filme se trate de um casal em crise recomendo fortemente esse filme para qualquer casal, em crise ou não. O filme conta a história de Caleb, um capitão do corpo de bombeiros que está enfrentando o maior incêndio de todos: a ruína de seu casamento.

Se esse é o seu caso, este filme vai te emocionar e trazer uma boa visão sobre muitas coisas que acontecem num casamento que começa a entrar em crise. Depois de muitas discussões, brigas, acusações, o casal começa a perder a adminiração um pelo outro e o respeito começa a ruir. A esposa de Caleb, Catherine, se cansa do marido e decide pedir o divórcio. A pedido de seu pai, Caleb prorroga o início do divórcio durante 40 dias, pois seu pai lhe entrega um livro que o fará realizar 40 tarefas, uma por dia.

Se você acha que já fez de tudo e que realmente o amor não existe… ou é impossível de recomeçar! Assista o filme!

E o final só assistindo mesmo rsrsrsrs.

Olha a Hora!!!

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